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quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Já montou a sua??

A árvore não deve ser montada toda de uma vez: o ideal é acrescentar enfeites e adereços aos poucos, durante as quatro semanas do Advento, que é, para nós católicos, tempo de preparação.


"Após as I Vésperas do I Domingo do Advento é a hora de montar a árvore de Natal, colocar a guirlanda na porta, armar o presépio, e mudar o capacho da frente de casa por um tapete com decoração natalina." (Rafael Vitola Brodbeck).

A árvore não deve ser montada toda de uma vez: o ideal é acrescentar enfeites e adereços aos poucos, durante as quatro semanas do Advento, que é, para nós católicos, tempo de preparação. 

“Durante o Natal, no Hemisfério Norte, todas as árvores perdem as folhas, com exceção do pinheiro. Por isso, a árvore se tornou símbolo da vida, celebrada no Natal com o nascimento do menino Jesus.” 

A preparação da árvore deve ser intensificada durante a última semana que antecede o Natal. “Até 16 de dezembro, tudo ainda é muito sóbrio, mesmo nas leituras feitas nas Missas do advento. É só a partir do dia 17 de dezembro que a Bíblia começa a falar do nascimento de Jesus, e se inicia um momento de maior expectativa. Esse é o momento, portanto, de intensificar a decoração da árvore.” 

A montagem do presépio, também tradicional em tempos de Natal, deve seguir a mesma linha da preparação da árvore de natal. “Aos poucos, pode-se começar a montar a gruta, colocar os animais e os pastores, mas a Virgem Maria, São José e o menino Jesus devem fazer parte do presépio apenas mais próximo da noite do Natal.” 

O presépio, enquanto “encenação”, foi uma invenção de São Francisco de Assis para lembrar a simplicidade e as dificuldades enfrentadas pela Virgem Maria e São José no nascimento de Jesus. A orientação para quem pretende seguir a tradição católica é não sofisticar os presépios com luzes e enfeites. 

“Costumamos dizer sempre também que é muito importante envolver as crianças na montagem dos presépios, e o ideal seria que eles fossem feitos nas próprias casas, pelas crianças, para que eles percebam o real sentido do natal.” 

Hora de desmontar 

Tradicionalmenteo dia de desmontar a árvore de Natal, o presépio e toda a decoração natalina é 6 de janeiro, o Dia de Reis. “É nesse dia que três magos, pessoas sábias, encontram o menino Jesus e ele é então revelado a todas as nações.” 

Advento 

Um dos grandes símbolos do Natal para a Igreja é a coroa do Advento. Formada com ramos verdes e em formato de círculo, a coroa simboliza a unidade e a perfeição, sem começo e sem fim. “A coroa representa o nascimento do rei. Em cada um dos quatro Domingos do Advento uma vela é acesa. Com a proximidade do nascimento de Jesus, a luz se torna mais intensa, e é o Natal enquanto festa da luz que celebramos.”

Fonte: Salvem a Liturgia.

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Árvores de Natal para colorir

Olá amigos!
Para os nossos pequeninos, essas lindas Árvores de Natal para colorir. Grande abraço.





Fonte: Gigi Barbosa

sábado, 5 de janeiro de 2013

A Estrela de Belém



Frei Betto
   Conta a Bíblia que sobre a cidade de Belém da Judeia reluziu uma estrela ao nascer Jesus. Provenientes da Babilônia, os reis astrólogos, também conhecidos por magos, orientaram-se por ela até chegarem à manjedoura, junto à qual adoraram o Menino. 
   
   O rei Herodes, que governava a Palestina, viu na estrela um mal presságio. Já que o seu poder não tinha forças para apagar a estrela no céu, ordenou que o Messias fosse eliminado da face da Terra. 
   
   O Natal é uma festa paradigmática. Seus símbolos, aparentemente infantis, são psicologicamente profundos. Viver é uma experiência natalina. A diferença é que, em torno de 25 de dezembro, três fatores se somam: o caráter religioso da festa, que impregna a boca da alma de estranho sabor de nostalgia; a fissura papainoélica do consumismo e dos presentes compulsórios; e a proximidade da virada do ano. 



Enquanto a compulsiva comercialização da data condena-nos à ressaca espiritual, o caráter religioso da festa deixa-nos com saudades de Deus, e a chegada do Ano-Novo reforça nosso propósito de melhorar de vida. Daí o sentimento conflitivo de quem gostaria de acordar na manhã de 25 e encontrar, nos sapatos, um símbolo de afeto, o afago à criança que dorme dentro de nós, mas sabe que, no império do mercado, a idade adulta é inimiga da infância. 
   
   “Ora, direis ouvir estrelas!”, canta o poeta. Sim, temos olhos e ouvidos para os signos que expressam o novo. Na vida, nossos passos são conduzidos por estrelas, sonhos e ambições que simbolizam a fonte da felicidade. Nunca estamos satisfeitos com o que somos ou temos. Feitos de matéria transcendente, trafegamos no labirinto da existência seduzidos pelo absurdo, mas famintos de Absoluto. 
   
   Para os antigos, a imagem da utopia era um jardim repleto de fontes, flores e frutos. Para a Bíblia, o Jardim do Éden, que em hebraico significa “lugar de delícias”, lá onde se suprime o limite entre o natural e o sobrenatural, o humano e o divino, o efêmero e o eterno. 



Hoje, nosso mal-estar advém desse horizonte estreito em que miramos estrelas cadentes. Raras as ascendentes. Iniciamos o século e o milênio como aprendizes de deuses, capazes de engendrar vida em provetas e possuir olhos eletrônicos que penetram a intimidade da matéria e do Universo, sem, no entanto, erradicar a fome, a desigualdade e a injustiça. 
   
   Somos órfãos da esperança. Quase tudo está ao alcance do poder do dinheiro, exceto o que mais carecemos: um sentido para a vida. Tateamos, sonâmbulos, nessa interminável noite de insônia. Calam-se as filosofias, confinadas aos limites da linguagem; desaparecem as utopias, travestidas no mesquinho desejo de poder e posse de refinados objetos; enquanto as religiões cedem às exigências do mercado e oferecem o lúdico a quem busca luz, sem abrir as portas que nos conduzam à inefável experiência de Deus. 
   
   “E agora, José?” Agora, é mudar o Natal e  nós próprios. Evitar o Papai Noel consumista em cores de Coca-Cola e procurar o brilho da estrela em nossas inquietações mais profundas. Descobrir a presença do Menino em nosso coração. E, como sugeriu Jesus a Nicodemos, ousar renascer em gestos de carinho e justiça, solidariedade e alegria. 



  Em vez de dar presentes, fazer-se presente lá onde reina a ausência: de afeto, saúde, liberdade, direitos. Dobrar os joelhos junto à manjedoura que abriga tantos excluídos, imagens vivas do Menino de Belém. 
  
   Feliz Natal, Brasil! Queira Deus que o Herodes que nos habita ceda lugar aos magos que acreditam na estrela e oferecem ao milagre da vida o melhor de si.
 
Frei Betto é escritor, autor de “Um homem chamado Jesus” (Rocco), entre outros livros.






terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Presépio

Oi Amigos... achei muito lindo este presépio e muito fácil de fazer; é com caixinhas de fósforos. Uma amiga postou em seu blog, e decidi também partilhar com vocês. Grande abraço.







quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Símbolos do Natal - Missa do Galo

Realizada na passagem de 24 para 25 de dezembro, a Missa do Galo é uma tradição presente na Igreja, desde o século 6º. Naquela época, em Roma, celebravam-se três missas de Natal, sendo que a primeira delas, iniciada à meia noite do dia 24 de dezembro, era conhecida como Missa da Vigília do Canto do Galo, depois abreviada para Missa do Galo. Na verdade, o próprio canto do galo é também um sinal de que as trevas da noite estão dando lugar a um novo dia, tal qual a vinda de Jesus representa uma luz na história da humanidade.

Para Colorir

Símbolos do Natal - Papai Noel

Segundo a tradição, essa figura simpática, também conhecida como Santa Clauss, teria sido inspirada em São Nicolau, santo patrono das crianças e dos marinheiros. Nasceu em 271, na Ásia Menor, e foi ordenado Bispo de Myra (atual Turquia). 
Dedicou sua vida a ajudar os menos favorecidos e nutria um profundo amor pelas crianças, São Nicolau costumava se disfarçar para, durante a noite, deixar presentes, comida, dinheiro e roupas nas janelas das casas mais humildes.
A primeira vez que essa figura foi associada à neve, ao trenó e às renas foi no livro Uma visita de São Nicolau, escrito, em 1823, pelo inglês Clement Moore. A obra, que alcançou grande sucesso literário, começou a delinear, assim, a figura de Papai Noel tal como a conhecemos hoje. Mas a imagem do velhinho simpático, de barbas brancas e que lembra um vovê bondoso foi obra do cartunista norte-americano Thomas Nast, que em 1866, desenhou uma caricatura no jornal Harper's Weekly, que se transformou na figura oficial de Papai Noel.
Para Colorir

Símbolos do Natal - Coroa do Advento


Advento quer dizer tempo da chegada. Essa outra herança germânica incorporada aos lares do mundo todo. Um mês antes do Natal, os alemãs decoram suas casas com uma guirlanda, feita de ramos de abeto (uma espécie de árvore). Nela são colocadas quatro velas, sendo que cada uma delas é acesa num domingo que precede o Natal, deixando a última para a noite de 24 de Dezembro.
1ª vela: os profetas do Antigo Testamento que falaram da vinda e profetizaram o seu nascimento;
2ª vela: João batista, o último dos profetas, que preparou o caminho para Jesus;
3ª vela: Jesus Cristo virá para julgar os vivos e os mortos e edificar o seu reino;
4ª vela: Deus está em nosso meio sempre que ouvimos a sua palavra.
A COROA simboliza o fato de Jesus ser Rei. Os RAMOS VERDES lembram a eternidade de Deus.

Para Colorir

Símbolos do Natal - Lâmpadas


Muitos povos costumavam pendurar velas nos galhos das árvores para acender na noite de Natal, simbolizando a presença de Cristo como luz que ilumina os homens e aquece os corações. Depois foram substituídas por lâmpadas.