quarta-feira, 13 de julho de 2016

Dom Lucena é Nomeado Bispo de Nazaré da Mata



Nesta quarta feira (13 de julho) amanhecemos com a notícia da transferência de Dom Lucena. Ele deixa nossa diocese de Guarabira e já é o bispo nomeado da Diocese de Nazaré da Mata-PE.

Um bispo é transferido sempre que o Papa julga necessária a presença dele noutra diocese, assim como os padres são transferidos sempre que o bispo julga necessário para ele um novo pastoreio.

Como isso acontece?
O bispo é chamado a comparecer na presença do Núncio Apostólico (embaixador do Papa no Brasil) e o Núncio anuncia uma nova missão para o referido bispo; pede sigilo até o momento em que o Papa, lá em Roma, anuncie sua transferência no dia tal. Tendo sido anunciado em Roma, o Bispo pode se pronunciar. Isso significa que Dom Lucena já sabia de sua transferência há algum tempo, assim como os bispos do Regional Nordeste II e o atual administrador da Diocese de Nazaré da  Mata-PE, no entanto, precisaram guardar segredo.

Dom Lucena continuará em nossa diocese de Guarabira-PB até o dia 18/09/2016 e, na condição de Administrador Diocesano as suas funções continuará praticamente a mesma. Com a saída dele, o Papa anunciará se a Diocese de Guarabira vai receber um administrador Diocesano (outro bispo interino até a nomeação do novo bispo) ou os próprios padres escolhem entre si um administrador diocesano até a chegada do novo bispo.

A diocese de Guarabira já teve administrador diocesano durante a vacância (sem bispo) entre Dom Marcelo e Dom Antônio Muniz e já teve um Administrador Diocesano entre Dom Antônio Muniz e Dom Lucena. Certamente com a saída de Dom Lucena, a diocese terá um administrador Diocesano, haja visto a tranquilidade que permeia toda a diocese.

Pe. José Carlos de Góis, CRL


segunda-feira, 11 de julho de 2016







1 – A Santa Missa é a renovação incruenta do Sacrifício Redentor de Cristo, começado na Sua Encarnação e consumado no Calvário.

1.1 – No Calvário, Jesus Cristo ofereceu-Se de um modo sangrento.
Na Missa,
 oferece-Se de um modo sacramental, debaixo das aparências do Pão e do Vinho, para continuamente aplicar a nós, que não assistimos à Sua Obra Redentora, os frutos da Sua Encarnação, do Seu Nascimento, da Sua Vida oculta e pública, da Sua Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão ao Céu.

1.2 – Tudo isto está contido na Santa Missa, que é, como diz S. Tomás:
«O Sacrifício incruento da Vítima novamente enviada pelo Pai para os nosso altares, para nos aplicar os merecimentos infinitos da Sua Redenção, nomeadamente através da Sua Paixão e Morte».

2 – «A Missa é o próprio Sacrifício que foi oferecido a Deus sobre a Cruz», diz o Concílio de Trento.
É oferecido de um modo místico e incruento (sem derramamento de sangue), mas tem o mesmo valor e a mesma eficácia, pois nos aplica os frutos da Redenção de Cristo, operada de uma vez para sempre pelo nosso Divino Redentor, há perto de dois milênios.

2.1 – Sendo certo que pelo Sacrifício da Missa não somos novamente redimidos, pois já o fomos pelo Sacrifício cruento da Cruz; o Concílio de Trento define, como dogma de Fé, que « são-nos todavia aplicados os preciosos frutos da Redenção do Sacrifício da Cruz, através do Sacrifício incruento da Eucaristia » 
(C. Trento XII).

3 – Na Santa Missa, o Sacerdote é Jesus Cristo, e igualmente é Ele a Vítima.
No altar, o Padre não é mais que o representante e o instrumento de que Cristo se serve, mormente para a Consagração do pão e do vinho no verdadeiro Corpo e Sangue do Senhor Jesus.

3.1 – Na Santa Missa, é Deus feito Homem que Se oferece ao Pai, a Ele próprio no Seu Verbo e ao Espírito Santo, para adorar, louvar, agradecer, reparar e pedir em nosso nome, visto sermos membros do Seu Corpo Místico.

4 – «Todas as boas obras reunidas não equivalem ao Santo Sacrifício da Missa, porque são obras de homens, enquanto que a Missa é Obra de Deus.
O martírio humano [por mais valioso e doloroso que seja] não é quase nada, comparado com a Santa Missa, porque é o sacrifício que o homem faz a Deus da sua vida.

Mas a Santa Missa é o Sacrifício (supremo) que (o próprio) Deus faz do Seu Corpo e Sangue por Amor dos homens [pelo que tem valor infinito]».
(S. João Maria Vianney / Santo Cura de Ars)

5 – «Nenhuma língua humana pode expressar os enormes e preciosos frutos e graças que emanam da Celebração do Santo Sacrifício da Missa, em especial para os fiéis dignamente participantes:
O pecador encontra ali a disposição para a sua reconciliação com Deus, e o justo a sua purificação e perfeição mais amplas.

Ali, os pecados são perdoados, ao menos os veniais, os vícios afogados, as virtudes aumentadas e as insídias de Satanás são desbaratadas
».

(S. Lourenço Justiniano)

6 – «Uma só Missa pesa mais na balança da Justiça e da Misericórdia de Deus do que todas as orações e boas obras de todos os Santos e Missionários.
Uma só Missa dá mais Glória a Deus do que todos os milagres dos Santos e do que os cânticos dos Coros dos Anjos»
(Venerável Padre Matéo).

7 – «Uma maneira óptima de obtermos qualquer graça agradável a Deus, sobretudo a conversão dos pecadores, é mandar celebrar a Santa Missa em honra da Misericórdia Divina» 
(Revelou Jesus a Santa Faustina).
fonte


http://missatridentinaemportugal.blogspot.com.br/

quarta-feira, 6 de julho de 2016

Renúncia


Carta de Dom Aldo
Teve pedido de RENÚNCIA aceito pelo Papa Francisco
Carta aberta aos Irmãos Bispos do Regional NE 2 da CNBB, ao Clero e ao Povo de Deus da Igreja Particular da Paraíba.
Invocando o santo nome de Deus Uno e Trino, coloco-me sob a proteção da Imaculada Virgem Maria e, em espírito de oração, discernimento e obediência, apresentei ao Santo Padre, o Papa Francisco, o meu pedido de renúncia ao governo pastoral da Arquidiocese da Paraíba. Cito sumariamente alguns fatores que me obrigam a tal atitude.
1. Ao longo de 12 anos, preposto ao governo pastoral desta Arquidiocese, tentei desenvolver a missão evangelizadora e pastoral que o Senhor me confiou junto ao Clero, aos cristãos fieis, às autoridades constitucionais e às lideranças institucionais, seguindo o lema: “Há um só Corpo e um só Espírito” (Ef 4, 4).
- Minha intenção sempre se voltou à promoção da comunhão na caridade, tentando participar de forma proativa na edificação da Igreja fraterna e solidária, e da construção da sociedade com inclusão e justiça social.
- Tentei doar o melhor de mim mesmo, não obstante as sérias limitações de saúde, ademais das repercussões no equilíbrio emocional, causadas pela constante necessidade de superar conflitos inevitáveis, advindos de reações ao meu modo de ser e de agir.
2. Tomei decisões enérgicas e inadiáveis em relação à reorganização da administração, finanças e recuperação do patrimônio da Arquidiocese, sempre em sintonia com o nosso ecônomo. Embora tenha sido exitoso, desinstalei e desagradei muita gente, por razões facilmente presumíveis.
- Acolhi padres e seminaristas, no intuito de lhes oferecer novas chances na vida. Entre outros, alguns egressos, posteriormente suspeitos de cometer graves defecções, contrárias à idoneidade exigida no sagrado ministério. Cometi erros por confiar demais, numa ingênua misericórdia.
- Tomei posições assertivas diante de políticas públicas estruturais em vista do desenvolvimento integral de nossa gente e de nossa terra. Evitei “ficar em cima de muro”. Foi inevitável acolher reações e interpretações diferentes, independente de minha reta intenção de não me imiscuir na esfera político-partidária, e jamais almejar algum poder de ordem temporal.
3. Não tardaram retaliações internas e externas, ademais da instauração de um clima de desestabilização urdida por grupos de pressão, incluindo os que se denominaram “padres anônimos”, escudados no sigilo da fonte de informações, obtendo ampla cobertura num jornal. Matérias sobre a vida da Igreja da Paraíba, descritas em forma unilateral, distorcida, provocatória, foram periodicamente veiculadas, seguidas de comentários arbitrários por várias redes sociais.
- A exemplo, um blog divulgou carta difamatória, envolvendo o arcebispo e vários sacerdotes, arbitrariamente expostos ao escárnio público. As redes sociais encarregaram-se de espalhar comentários peregrinos e duvidosos. A presumida autora da carta responde em foro criminal.
4. A ideia obsessiva espalhada intenciona afirmar à fina força que o clero esteja dividido, que o governo da Arquidiocese esteja desestabilizado, e que, nesse contexto, o arcebispo perdeu a capacidade de coordenação e, por fim, não vale à pena ordenar padres numa igreja dividida.
5. Esse sucinto relato sobre fatos amplia-se em relatórios que eu enviei à Nunciatura Apostólica no Brasil e às demais instâncias da Santa Sé, como pedido de compreensão e ajuda, porquanto eu não tenha nada a esconder. Sabe-se que outro dossiê foi enviado às mesmas instâncias, por parte de membros do Clero e de leigos.
6. Por tanto tumulto, embora eu esteja sofrendo muito, permito-me afirmar que conservo a minha consciência em paz. Sempre estarei disposto a corrigir rumos, a reorientar passos, a confirmar êxitos alcançados, contando com a graça de Deus e também com a efetiva presença de bons padres, religiosos presbíteros e de bons leigos e leigas, qualificados como forças vivas de nossa amada Igreja Particular da Paraíba.
7. Auto-elogio e passividade não fazem parte do meu feitio. Deus sabe o que faz e o tempo é juiz da história. Minha nonna (avó) dizia: “quando alguém te caluniar e tentar destruir tua vida, tua resposta seja o silêncio e mais trabalho, não se rebaixando ao nível mesquinho do espírito da treva”.
8. Passo por duras provações, sentindo a frustração de alguns sonhos que, entanto, entrego nas mãos de Deus. Que a minha vida seja para a maior glória de Deus, não para a busca de mim mesmo e de outros interesses que não provenham do Senhor. Comigo sofrem muitas pessoas e comunidades. Todos esperam em Deus que tem saídas inesperadas para os impasses criados. Não há mal do qual Deus não tire um bem maior!
- Penso que eu não tenha o direito de provocar ou de prolongar sofrimentos ainda maiores, especialmente aos jovens que esperam servir a Deus na vida sacerdotal nesta Igreja da Paraíba que tanto nós todos amamos.
9. Creio que o melhor, pelo momento, para a Igreja Universal e para a Igreja Particular da Paraíba, seja a minha renúncia. Ante o desgaste enfrentado, sinto-me no dever de evitar comprometer a Unidade na Caridade, a expressão característica e essencial da Igreja de Jesus Cristo.
- Sinto-me fortalecido na fé, cultivando a espiritualidade eucarística e marial. O Senhor é meu Pastor. Ele não me faltará (Sl 23). Ele me dará forças, sustentar-me-á ao longo das provações, impulsionando-me a fazer o dom de mim mesmo para a continuidade da missão que Ele ainda me confia. Há muitos espaços e oportunidades. Estou disposto a buscá-los, pedindo a Deus que me mostre o lugar onde eu possa ser útil, a começar pela minha Congregação do Santíssimo Sacramento, que eu tanto amo.
10. Deixo registrado o meu pedido sincero de perdão às pessoas a quem eu tenha feito sofrer, voluntária ou involuntariamente. Cometi erros, acertei passos, estou disposto a caminhar com quem queira caminhar, construindo dias melhores para todos, superando o apego a cargos, títulos, privilégios.
- Peço perdão a Deus e perdôo os que me fizeram sofrer muito. Não há nada de oculto que um dia não venha a ser revelado e proclamado pelos tetos. Nem devemos temer quem mata o corpo, mas não o espírito (Lc 12, 1-4).
11. Passo, em obediência, o comando da Arquidiocese para um Irmão mais jovem, com forças, coragem e capacidade para tomar rumos acertados, mostrados pelo Pai de amor e misericórdia, o Senhor da vida!
- Sigo o exemplo de SS. o Papa Bento XVI, dando o espaço àquele que Deus enviar para o bem de sua Igreja.
12. Sirvo-me, pois, da 2ª Carta de Paulo aos Coríntios (2 Cor. 4, 1 ss) para expressar meus sentimentos e auspícios: “Detentores desse ministério, nós não perdemos a coragem. Dissemos não aos procedimentos secretos e vergonhosos. Conduzimo-nos sem duplicidade e não falsificamos a Palavra de Deus” (...) “Não é a nós mesmos, mas a Jesus Cristo Senhor que nós proclamamos. Mas este tesouro nós o guardamos em vasos de argila, para que o poder incomparável seja de Deus e não nosso. Pressionados de todos os lados, não somos esmagados; em impasses, nós conseguimos passar; perseguidos, mas não alcançados; prostrados por terra, mas não liquidados. Sem cessar trazemos em nosso corpo a agonia de Jesus, a fim de que a vida de Jesus seja manifestada em nosso corpo”.
13. Oro e desejo de todo o meu coração que a Igreja Particular da Paraíba prospere na ação evangelizadora e pastoral, seja fecunda na promoção da unidade interna e das obras de apostolado externo, abençoado por Nosso Senhor e por Nossa Senhora das Neves, nossa padroeira.
- Que cresça sempre mais em qualidade e em número de cristãos fiéis, que dêem testemunho do Evangelho de Jesus, pela palavra e pelos exemplos de vida, vivida na unidade e no amor. Em tudo, amar e servir, unidos a Nosso Senhor, qual ramos à videira, para que se produzam muitos frutos (cf. Jo 15, 1s).
- Deixo o território material da Paraíba. Espiritualmente, porém, a pequenina gigante, a Paraíba, nunca sairá do meu coração, agradecido pelo muito que aprendi com o espírito guerreiro, hospitaleiro e amoroso de nossa gente.
- Deixo a todos e todas, além de minha constante prece, um forte abraço, um beijo no coração e as saudades jamais saciadas, na esperança de quando em vez voltar para visitar as mil amizades sinceras e fraternas, a quem agradeço e a quem eu quero bem de verdade.
João Pessoa (PB), 6 de julho de 2016
+ Aldo di Cillo Pagotto, sss
Arcebispo Emérito da Paraíba

quinta-feira, 30 de junho de 2016

O amor se fez carne



Era uma vez o amor. Ele morava numa casa assoalhada de estrelas. Não havia luz, porque a luz é o próprio amor.
Um dia, ele quis uma casa mais bonita para si. E fez a terra. Na terra, fez a carne. E, na carne, soprou a vida, criando o homem.
Dentro do peito do homem construiu sua casa. Pequenina, mas palpitante, irrequieta, insatisfeita como o próprio amor. E o amor foi morar no coração do homem.
Mas o homem ficou com inveja do amor e o expulsou de dentro de si. Ele queria só para si a felicidade do amor.
E o homem começou a encher seu coração com todos os amores da terra. Buscou prazeres, riquezas, honras… Entretanto, ainda continuava vazio. Triste, ele derramava suor para ganhar o pão, pois sempre tinha fome.
Inconformado, o amor vestiu-se de carne, e veio morar junto com o homem. Mas o homem não o reconheceu, e o pregou numa cruz.
E continuou a derramar o suor, para ganhar comida. O amor, então, teve uma ideia: Vestiu-se de comida. Disfarçou-se em pão, e ficou quietinho. Quando o homem, faminto, ingeriu a Comida, o amor voltou à sua casa. E o coração do homem encheu-se de felicidade.
É um resumo da história da salvação. De fato, a razão de tudo é o amor de Deus por nós.
“De tal modo Deus amou o mundo, que lhe deu seu Filho único, para que todo aquele que nele crer não pereça, mas tenha a vida eterna” (Jo 3,16).
Pe Queiróz

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Santos Juninos

Oi amigos.
Os Santos Juninos, são muito bem festejados no nordeste. Tanto espiritualmente quando na nossa cultura. Nada melhor do que ensinar as nossas crianças como foi a vida de cada um deles: Santo Antonio, São João, São Pedro e São Paulo.






Visuais: Amiguinhos de Deus

segunda-feira, 20 de junho de 2016

quinta-feira, 16 de junho de 2016

Catequista Parafuso

O que seria um catequista parafuso?

Pode ser aquele que une,  dá força, que enfrenta as curvas mesmo que fechadas para chegar ao objetivo e pode ser aquele que se você exigir dele algo mais, se apertar um pouquinho, ele espana.

Podemos usar dessa reflexão nesse momento em que estamos vivendo na catequese, com as propostas de mudanças. Mudar dá trabalho, tira as coisas do lugar, à  princípio dá-se uma impressão de bagunça. Não é assim que acontece quando mudamos de casa. Tiramos tudo do lugar, separamos aquilo que não usamos mais para ser doado ou jogado fora. Levamos para a nova casa, somente aquilo que realmente é útil.

Quando pensamos em reestruturar nossa catequese, muita coisa precisamos deixar pra trás, não que tenha sido inútil, mas não cabe  nos tempos atuais. A catequese de inspiração catecumenal veio nos despertar para o essencial. Quando nos pede para priorizar o tempo litúrgico, os tempos fortes para a recepção dos sacramentos é porque o período páscal é 'O" tempo forte na nossa Igreja. Porém, muitos coordenadores e até padres  relutam contra isso, com algo óbvio! Continuar com os sacramentos no final do ano é prático. E hoje em dia vivemos a religião de praticidade, da frouxidão.

Outra dificuldade e entender a catequese vista como processo, não havendo brechas entre um sacramento e outro. Não fazemos catequese simplesmente para a recepção dos sacramentos. Iniciação Cristã consiste na recepção e vivência dos três sacramentos, batismo, eucaristia e crisma. Nossa meta é que Cristo seja conhecido, amado, seguido e testemunhado na vivência dos sacramentos.

Preparar bem os encontros. O papa Francisco mesmo nos orienta que precisamos usar da via da beleza, cuidando da ambientação, usamos de várias formas para transmitir a mensagem. Uma catequese mistagógica, envolvente, que crie expectativa.

Daí quando você mostra essa catequese com essa roupagem diferente, muitos catequistas espanam,  pedem sua demissão. Lembrando que se existe um "emprego" onde não se aceita demissão é na catequese. Nosso patrão quando nos convoca para esse serviço, não está equivocado. E se o Espírito Santo está suscitando toda essa transformação, precisamos acreditar que não estamos sozinhos. 

É triste perceber que em muitos lugares  o grupo de catequistas se dispersa quando se provoca mudanças. Me pergunto, cadê nossos catequistas vocacionados? Cadê nossos catequistas protagonistas? Onde estão nossos catequistas audaciosos? Onde estão nossos catequistas entusiastas? Onde estão o compromisso assumido com Deus quando disse seu SIM. Cadê a confiança nesse Espírito que nos conduz? Onde estão nossos catequistas INICIADOS?
CATEQUISTAS iniciados na fé.  Ih! será que aqui está nosso calo?

Precisamos nos fortalecer enquanto equipe para que sejamos  capazes de produzir móveis de qualidade, verdadeiras obras de arte. 

Seria oportuno a leitura da parábola assembleia na carpintaria, pra entendermos o valor de estarmos unidos, que temos nossas fragilidades, mas que Deus, o carpinteiro por excelência trabalha com nossas qualidades. E ele precisa de todas as ferramentas. Do martelo, porque ele é forte e decisivo em seus golpes. A lixa, porque ela afina e tira as asperezas, o metro pois preciso e exato.

Essa é nossa missão enquanto catequista, formar cristãos, verdadeiras obras de arte, mas pra isso, precisamos rever nossa maneira de trabalhar essa "madeira".

Imaculada Cintra
Catequista